© 2016 - Rádio Clube do Vale - Todos os Direitos Reservados

Médico acusado de mandar matar vendedora deixa presídio em Tremembé

27/09/2017

 

O médico Gustavo de Sá, acusado de mandar matar a ex-mulher, a vendedora Jaqueline Barros, deixou a penitenciária 2 de Tremembé na manhã desta terça-feira (26). A Justiça concedeu um habeas corpus nesta segunda-feira (25) e ele vai responderao processo em liberdade . A vítima foi morta a tiros no trabalho, em São José dos Campos, em maio.

 

De acordo com o advogado Ary Bicudo, que defende Gustavo, ele deixou a penitenciária, conhecida por abrigar presos de casos de grande repercussão, por volta das 10h15.

 

"Um dos advogados foi buscá-lo e o levou para encontrar o pai no centro de Tremembé. Agora ele irá se apresentar ao fórum de São José até sexta-feira porque a Justiça exige. Depois disso, ele quer retomar a carreira de médico e voltar a trabalhar", afirmou.

 

O médico de 44 anos, preso uma semana depois da morte da ex-esposa, é acusado de ser o mandante do crime - ele nega envolvimento no homicídio.

 

Segundo a investigação da polícia, o médico teria negociado com o assassino o pagamento de R$ 7 mil pela execução da jovem. O ex-casal travava uma disputa judicial em um processo de divórcio.

 

Crime

Um laudo da perícia apontou que uma arma encontrada no telhado da casa do médico foi a mesma usada para matá-la. Além do médico Gustavo, o atirador e a namorada dele também foram presos. O acusado de ser o autor dos disparos só foi capturado em agosto no Paraná.

 

Após a prisão, o atirador confessou o crime e disse que cometeu o ato a mando do ex-marido da vendedora. Ele entrou armado na loja de móveis onde a vendedora trabalhava e disparou contra ela no rosto. A vítima morreu no local.

 

A namorada do médico teria sido responsável por contratar o atirador, com a ajuda de uma mulher de 37 anos. Essa mulher foi flagrada na companhia do atirador nas imagens de câmeras de segurança da rua da loja onde a vendedora trabalhava.

 

A dívida do médico com a vítima, o que para polícia gerou a execução, era de R$ 30 mil. O valor negociado para que atirador executasse a jovem não chegou a ser totalmente pago.

 

Fonte: G1 Vale do Paraíba e Região

Comparthe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Please reload

Últimas Notícias
Please reload