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Sindicato cobra reforço de segurança em escolas e aponta vulnerabilidade para GCM


O Sindicato dos Servidores Municipais de São José dos Campos está cobrando da prefeitura um aumento no número de agentes da GCM nas escolas da cidade para garantir a segurança dos alunos e funcionários.


Atualmente, cada escola tem apenas um agente da GCM acompanhado por um vigilante privado, o que é considerado insuficiente pelo sindicato. Eles pedem pelo menos dois vigilantes privados e dois agentes da GCM em cada escola. Além disso, o sindicato denuncia que os agentes que trabalham nas escolas estariam fazendo uma jornada diária, de segunda a sexta, de até 14 horas, boa parte do período em pé. O caso foi registrado no Ministério Público do Trabalho.


Na manhã da última segunda-feira, 17 de abril, um guarda civil municipal trocou tiros com dois criminosos na entrada da Escola Municipal de Ensino Fundamental Emmanuel Antônio dos Santos, no Residencial Frei Galvão, na zona leste de São José dos Campos.


Os disparos causaram pânico em alunos, professores e pais, que imaginaram tratar-se de um ataque à unidade. Sendo que o que ocorreu foi uma tentativa de roubo. Dois criminosos tentaram levar a arma e o colete do GCM, que reagiu com tiros, atingindo os criminosos que fugiram para uma área de mata e seguem sendo procurados pela polícia.


OUTRO LADO

O Secretário de Proteção ao Cidadão, Bruno Santos, informou que todas as medidas de segurança estão sendo tomadas para reforçar a segurança nas escolas e que a utilização de agentes da GCM atende a pedido de pais e determinação da prefeitura, e que todas as escolas da rede municipal têm monitoramento, sendo realizado presencial com a ronda ou de forma estratégia, com “GCM não identificado”, e que o prefeito Anderson Farias (PSD) autorizou a utilização de policiais militares para a segurança de escolas, por meio do convênio com a ‘Atividade Delegada’, o chamado ‘bico oficial’ dos agentes públicos.

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